Internacionalização

Quase 30 mil empresas brasileiras exportam. 44 já têm operação nos Estados Unidos. E as aquisições de brasileiros no exterior cresceram 29% em 2025.

Assessoria para empresas brasileiras prontas para crescer fora — organicamente, comprando, ou preparando-se para receber capital estrangeiro.

MDIC, mar/2026 · Ranking FDC de Multinacionais Brasileiras · Bain & Company, jan/2026
A TESE

Apoio completo na travessia

Da escolha do mercado até a operação lá fora se pagar.

  1. A janela abriu para a empresa média. As aquisições de brasileiros no exterior cresceram 29% em 2025 enquanto os megadeals caíram 47%. Comprar ativo fora deixou de ser assunto de multinacional.
  2. As rotas já estão abertas por quem foi antes. Estados Unidos (44 empresas), Argentina (31), México (24), Chile, Colômbia e Peru (21 cada). Não é território desconhecido — é rota com pegada.
  3. O Brasil é a maior origem de multilatinas da região. 42 das 156 companhias analisadas — 26,9%, à frente de México (32) e Chile (30). E cinco das dez maiores multilatinas por faturamento são brasileiras.
  4. Exportar de forma oportunística não é internacionalizar. 40% das exportadoras brasileiras são micro e pequenas e respondem por menos de 1% do valor exportado. O recorde de 29.818 exportadoras esconde uma base que vende para fora sem estrutura para sustentar isso.
  5. O critério de saída se define antes da entrada. 33% das multinacionais brasileiras recuaram no exterior no último ciclo. Quem define o gatilho de saída no começo decide com número; quem não define, decide com prejuízo.
DESTINOS

Para onde os brasileiros vão

44 empresas brasileiras com operação nos Estados Unidos — e 49 transações de aquisição em 2025, R$ 8,7 bilhões
31 na Argentina — o corredor mais antigo e o de menor barreira cultural
24 no México — porta de entrada para o mercado norte-americano via nearshoring
21 em Chile, Colômbia e Peru, cada — os mercados de teste do Pacífico

As multilatinas operam, em média, em 7,3 países — e 77% das suas vendas ainda vêm da própria América Latina. Sair do Brasil quase nunca começa pelo mercado mais distante.

BID, "Multilatinas en Movimiento", out/2025
O QUE FAZEMOS

Onde entramos

  1. Priorização de mercados Qual país primeiro, e por quê. Tamanho endereçável, afinidade com o produto, barreira de entrada e custo de operar — comparados lado a lado, não escolhidos por relacionamento.
  2. Modelo de expansão Exportar de forma estruturada, instalar operação própria ou comprar. Cada rota tem um horizonte de caixa e um perfil de risco diferente.
  3. Estruturação societária e tributária no exterior Apoiamos a seleção e a contratação dos assessores jurídicos e fiscais no país de destino, e coordenamos o trabalho deles com a tese do negócio: desenho da holding e do veículo de investimento, uso de tratados para evitar bitributação, repatriação de resultados e preços de transferência.
  4. Mandato buy-side internacional Tese de aquisição, originação, valuation, diligência e negociação — com rede local que chega ao ativo que não está à venda.
  5. Sócio, distribuidor e parceiro no destino Busca e diligência de quem vai representar a empresa em um mercado onde ela ainda não tem reputação.
  6. Governança matriz–subsidiária O que se mede, quem responde, qual a cadência, e o que a matriz decide versus o que a operação local decide.
  7. Preparação para investidor ou comprador estrangeiro Com 56,5% do M&A brasileiro tendo contraparte estrangeira, estruturar a operação internacional é construir o próprio valuation com antecedência.

Trabalhamos ao lado de quem decide, coordenando os especialistas locais de cada frente — sem assumir a operação.

ROTAS

Três formas de sair. Uma decisão só.

Rota Quando faz sentido Horizonte de caixa Risco dominante
Exportar estruturadamente O produto já viaja e falta canal, preço e contrato Curto Dependência de um distribuidor único
Instalar operação própria O mercado exige presença, serviço ou estoque local Longo Custo fixo antes da receita e governança à distância
Comprar um ativo lá fora Tempo vale mais que capital; carteira e licença são compráveis Imediato Valuation, integração e retenção do time local
PONTE M&A

Expandir e se preparar para um comprador estrangeiro são o mesmo trabalho.

Com 56,5% do volume de M&A no Brasil tendo contraparte estrangeira, a empresa que estrutura sua operação internacional está, ao mesmo tempo, construindo o próprio valuation. A diferença entre as duas coisas é de seis a vinte e quatro meses de preparação.

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